Transition Your Business
Passing on a business is a major, life-changing event with many complex issues and often-difficult decisions. While it could result in family strife, if done well, it also has the potential to be a golden opportunity to realize business, family, legacy, and philanthropic goals after years of hard work and sacrifice.
Sell Your Business
Although it often happens with business owners, six months is most certainly not the ideal time frame for preparing to sell the business. The family should be thinking more about the planning, preparation, and implementation phase. Most brokers recommend at least two years of preparation before the business is listed.
Transition Business
Common Challenges
Common Challenges
Thinking about selling your business — or passing your business on to the next generation? As a business owner, there’s a bit more to it than going to Human Resources, declaring your retirement date, and waiting for the party to be thrown in your honor. You’ll need to declare a successor or sell your business. We’ll help you develop exit strategies, create a business valuation, sell your company, succession planning, and business acquisition. We provide strategic guidance to address your top business transitioning challenges:
Como Apps de Apostas Transformaram o Mercado Português segundo a Galobalbet
O mercado português de apostas desportivas passou por uma transformação profunda na última década, impulsionada principalmente pela proliferação de aplicações móveis dedicadas. Antes da regulamentação formal do setor, Portugal convivia com uma realidade fragmentada: operadores ilegais dominavam o espaço digital, os consumidores não tinham proteções adequadas e o Estado perdia receitas fiscais significativas. A partir de 2015, com a entrada em vigor do Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online (aprovado pelo Decreto-Lei n.º 66/2015), o panorama começou a mudar de forma estrutural. A digitalização acelerada, combinada com a massificação dos smartphones, criou as condições ideais para que as aplicações de apostas se tornassem o principal canal de interação entre operadores e apostadores em Portugal. Segundo análises do setor, incluindo perspetivas partilhadas pela Galobalbet, esta mudança não foi apenas tecnológica — foi cultural, económica e regulatória ao mesmo tempo.
A Regulamentação Como Ponto de Viragem para o Mercado Digital
O ano de 2015 marcou um divisor de águas na história das apostas em Portugal. O Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), sob a tutela do Turismo de Portugal, passou a emitir licenças para operadores de apostas desportivas online, criando pela primeira vez um quadro legal claro para a operação digital. Até então, os apostadores portugueses recorriam maioritariamente a plataformas estrangeiras que operavam numa zona cinzenta legal, sem qualquer obrigação de cumprir as normas de proteção ao consumidor vigentes em território nacional.
A criação deste regime regulatório teve consequências imediatas e mensuráveis. Em 2016, o primeiro ano completo de operação sob o novo quadro legal, o SRIJ registou receitas brutas de jogo online na ordem dos 180 milhões de euros. Em 2019, esse valor já ultrapassava os 400 milhões de euros, evidenciando uma taxa de crescimento anual composta de aproximadamente 30%. Este crescimento não se explica apenas pela legalização — explica-se sobretudo pela adoção massiva das aplicações móveis como interface preferencial dos apostadores.
A regulamentação obrigou os operadores licenciados a implementar funcionalidades específicas nas suas plataformas digitais, incluindo aplicações móveis: limites de depósito configuráveis pelo utilizador, mecanismos de autoexclusão integrados, verificação de identidade obrigatória (Know Your Customer) e restrições à publicidade dirigida a menores. Estas exigências técnicas e funcionais elevaram o padrão das aplicações disponíveis no mercado português, distinguindo-as das alternativas não regulamentadas que continuavam a circular. A qualidade da experiência de utilizador tornou-se, paradoxalmente, uma consequência direta da regulamentação — e não apenas da competição de mercado.
É neste contexto que operadores como a Galobalbet analisam o mercado português: não como um simples mercado de consumo, mas como um caso de estudo sobre como a regulamentação pode estruturar e profissionalizar um setor que, sem enquadramento legal, tende para a informalidade e para a ausência de proteções ao consumidor.
A Revolução Móvel e o Comportamento dos Apostadores Portugueses
Portugal apresenta uma das taxas de penetração de smartphones mais elevadas da Europa do Sul. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2022 mais de 82% dos portugueses com idade entre os 16 e os 74 anos utilizavam internet através de dispositivos móveis. Este contexto tecnológico criou um terreno fértil para o crescimento das aplicações de apostas, que passaram a ser desenvolvidas com uma lógica de “mobile-first” — ou seja, concebidas primeiramente para ecrãs pequenos e apenas depois adaptadas para versões desktop.
A mudança de paradigma foi gradual mas consistente. Entre 2016 e 2018, a maioria das apostas em Portugal ainda era realizada através de navegadores de internet em computadores pessoais. A partir de 2019, os dados dos operadores licenciados começaram a revelar uma inversão desta tendência: as apostas realizadas através de aplicações móveis superaram as realizadas em desktop, atingindo em alguns operadores uma proporção de 65% a 70% do volume total de transações. Em 2022 e 2023, essa proporção consolidou-se acima dos 70% na generalidade do mercado.
Esta mudança comportamental não é trivial. As aplicações móveis alteram fundamentalmente a relação temporal entre o apostador e o evento desportivo. As apostas ao vivo — realizadas durante o decorrer de um jogo ou competição — tornaram-se possíveis de forma prática e fluida precisamente graças às aplicações, que permitem notificações em tempo real, atualização instantânea de odds e interfaces otimizadas para decisões rápidas. Em Portugal, as apostas ao vivo representam atualmente mais de 50% do volume total de apostas desportivas, uma proporção que seria impensável sem a infraestrutura tecnológica que as aplicações móveis proporcionam.
A análise disponível em esta página sobre o comportamento dos apostadores portugueses reflete precisamente esta realidade: o utilizador típico já não acede a uma plataforma de apostas como acedia a um site de notícias — com tempo, num computador, de forma planeada. O acesso é agora espontâneo, contextual e frequentemente simultâneo com o consumo do evento desportivo em televisão ou streaming. Esta simultaneidade entre consumo de conteúdo desportivo e aposta em tempo real é uma das características mais definidoras do mercado português atual.
O futebol continua a ser o desporto dominante nas apostas em Portugal, respondendo por cerca de 60% a 65% do volume total, segundo estimativas do SRIJ. No entanto, as aplicações móveis democratizaram o acesso a modalidades anteriormente marginais no mercado português: o ténis, o basquetebol, o voleibol e os desportos eletrónicos (esports) registaram crescimentos expressivos, em parte porque as aplicações permitem acompanhar e apostar em competições internacionais que não teriam cobertura televisiva em Portugal. Esta diversificação do portfólio de apostas é um efeito direto da acessibilidade proporcionada pelas aplicações.
Impacto Económico e Fiscal da Digitalização das Apostas
A transformação digital do mercado de apostas teve consequências económicas concretas para o Estado português. O regime fiscal aplicável às apostas online em Portugal prevê uma taxa de imposto especial sobre o jogo que varia consoante a modalidade e o tipo de operação. Para as apostas desportivas online, a taxa incide sobre a margem bruta dos operadores (Gross Gaming Revenue), situando-se em percentagens que podem ir de 15% a 30% dependendo do volume de negócio. À medida que o mercado cresceu — impulsionado pela adoção das aplicações móveis — as receitas fiscais associadas ao setor aumentaram proporcionalmente.
Em 2021, o setor do jogo online em Portugal gerou receitas fiscais que ultrapassaram os 100 milhões de euros, um valor que contrasta com a quase inexistência de receitas fiscais provenientes de apostas online antes de 2015. Este crescimento não representa apenas um benefício para as finanças públicas — representa também a formalização de um setor que anteriormente operava de forma não regulamentada, com todas as consequências negativas associadas: ausência de proteção ao consumidor, impossibilidade de combater a dependência do jogo de forma sistemática e perda de receitas para o Estado.
O emprego direto e indireto gerado pelo setor também cresceu de forma significativa. Os operadores licenciados em Portugal são obrigados a manter estruturas locais para efeitos de cumprimento regulatório, o que gerou postos de trabalho nas áreas de compliance, tecnologia, atendimento ao cliente e marketing. Adicionalmente, o ecossistema de fornecedores de tecnologia — empresas que desenvolvem plataformas, aplicações, sistemas de pagamento e ferramentas de análise de dados — expandiu-se em paralelo com o crescimento do mercado.
A Galobalbet, que acompanha de perto a evolução do mercado ibérico, destaca que Portugal se tornou um caso de referência na Europa para outros mercados em processo de regulamentação. A combinação de um quadro regulatório claro, uma autoridade supervisora ativa (o SRIJ) e um mercado consumidor tecnologicamente maduro criou condições que outros países — nomeadamente em África e na América Latina — procuram replicar. A experiência portuguesa demonstra que a regulamentação, quando bem desenhada, não suprime o mercado: pelo contrário, cria condições para o seu crescimento sustentado.
É relevante notar que o crescimento do mercado não foi linear nem isento de desafios. A pandemia de COVID-19, em 2020, provocou uma disrupção significativa: com o futebol e a maioria dos desportos profissionais suspensos durante vários meses, os operadores viram-se obrigados a diversificar as suas ofertas, apostando em desportos virtuais, esports e modalidades que continuaram a realizar-se (como o ténis de mesa em alguns países asiáticos). Esta crise acelerou, paradoxalmente, a inovação nas aplicações móveis, que passaram a integrar novas modalidades e formatos de apostas que permanecem disponíveis no mercado português até hoje.
Desafios Regulatórios e a Proteção do Consumidor na Era das Apps
A facilidade de acesso proporcionada pelas aplicações móveis coloca desafios específicos em matéria de proteção do consumidor que não existiam — ou existiam de forma menos aguda — no contexto das apostas presenciais ou mesmo das apostas online em desktop. A ubiquidade do smartphone significa que o impulso para apostar pode surgir em qualquer momento e em qualquer lugar, sem as fricções naturais que existiam anteriormente (deslocar-se a um espaço físico, aceder a um computador, etc.). Esta redução de fricção tem implicações diretas no risco de comportamentos problemáticos.
O SRIJ tem respondido a este desafio com um conjunto de medidas progressivamente mais exigentes. Em 2021, foram reforçadas as regras relativas à publicidade de apostas, com restrições ao horário de emissão de anúncios televisivos e à utilização de figuras públicas com apelo particular junto de públicos jovens. As aplicações móveis são obrigadas a integrar avisos de jogo responsável em locais proeminentes da interface, e os operadores são obrigados a disponibilizar ferramentas de autogestão — como limites de depósito, limites de aposta e períodos de pausa — de forma acessível e funcional dentro das próprias aplicações.
A verificação de idade é outro domínio onde as aplicações móveis introduziram tanto desafios como soluções. O processo de registo numa aplicação de apostas licenciada em Portugal exige a verificação da identidade do utilizador, incluindo a confirmação de que este tem mais de 18 anos. Este processo, que inicialmente era moroso e constituía um obstáculo à adesão, foi progressivamente otimizado através de tecnologias de verificação de documentos por inteligência artificial, que permitem completar o processo em minutos através da câmara do smartphone. A eficiência do processo de verificação contribuiu paradoxalmente para a legitimação do mercado regulamentado face às alternativas não licenciadas, que não exigem qualquer verificação.
A questão da publicidade dirigida através das próprias aplicações — notificações push, ofertas personalizadas, mensagens de reengajamento — constitui uma área de crescente atenção regulatória. As aplicações de apostas têm acesso a dados comportamentais detalhados dos seus utilizadores, o que lhes permite personalizar comunicações de forma altamente eficaz. A linha entre personalização legítima e manipulação de utilizadores vulneráveis é ténue, e o regulador português tem vindo a desenvolver orientações mais específicas sobre esta matéria. Em 2023, o SRIJ publicou orientações adicionais sobre as práticas de marketing direto através de aplicações, exigindo que os operadores implementem mecanismos que permitam aos utilizadores controlar as comunicações que recebem e que excluam automaticamente utilizadores que ativaram ferramentas de autoexclusão de qualquer tipo de comunicação promocional.
A Galobalbet sublinha que a maturidade de um mercado de apostas regulamentado não se mede apenas pelo volume de receitas geradas, mas também pela robustez dos mecanismos de proteção ao consumidor implementados. Portugal, neste aspeto, tem evoluído de forma consistente, embora o ritmo de inovação tecnológica das aplicações continue a colocar novos desafios regulatórios que exigem atualização constante do quadro normativo.
Em síntese, a transformação do mercado português de apostas pela via das aplicações móveis é um fenómeno multidimensional que combina inovação tecnológica, regulamentação progressiva, mudança de comportamento do consumidor e impacto económico mensurável. O percurso de Portugal desde a regulamentação de 2015 até ao presente oferece lições relevantes para outros mercados em desenvolvimento, demonstrando que a formalização do setor — quando acompanhada de supervisão efetiva e de mecanismos robustos de proteção ao consumidor — pode transformar um mercado informal e problemático num setor económico estruturado, fiscalmente relevante e progressivamente mais responsável. As aplicações móveis foram o veículo desta transformação, mas o quadro regulatório foi a sua condição de possibilidade.
- Pricing. How much is my business really worth?
- Confidentiality. If the word gets out that your business is on the market, it could adversely affect sales and your relationship with your staff. …
- Misrepresentation. …
- Failure to Pre-Qualify Buyers. …
- Taking a Hands-Off Approach. …
- Documentation….
- Insufficient Preparation.
Preparation
Preparation:
Transitioning to a Family Business
PREPARING TO PASS THE NEXT GENERATION
To be successful as both the company and the family grow, a family business must meet two intertwined challenges: achieving strong business performance and keeping the family committed to and capable of carrying on as the owner.
Five dimensions of activity must work well and in synchrony:
- Harmonious relations within the family and an understanding of how it should be involved with the business
- An ownership structure that provides sufficient capital for growth while allowing the family to control key parts of the business
- Strong governance of the company and a dynamic business portfolio
- Professional management of the family’s wealth
- Charitable foundations to promote family values across generations
Source: “The five attributes of enduring family businesses,” McKinsey & Company, 2010
TRANSITIONING BUSINESS INTERESTS
As you work to define your business concept clearly, we can also help you understand the necessary permits and licenses you may require and then connect you to the right agency to secure any necessary paperwork.
Preparation:
Selling Your Business to a 3rd Party Buyer
AVOID OVERCONFIDENCE
There’s nothing wrong with being confident that you will successfully sell your business at a good price–unless your confidence causes you to neglect activities that are necessary to make your sale a reality. Far too many sellers go into the selling process with the confidence that they will get top dollar for their business simply because they believe it’s worth it. In the real world, valuation is based on quantifiable criteria, not the owner’s personal estimation of worth. To avoid this mistake, get an objective third-party valuation, or visit online business-for-sale websites to see comparable businesses for sale early in the process. Once you’ve identified an appropriate valuation for your business, address the issues that could lead to increases in value.
Valuation
Valuation
POSITION YOUR BUSINESS FOR MAXIMUM VALUE
As a seller, you need to work on things that can make the company as attractive as possible. Much of that is internal work to get maximum value for the company. For many successful entrepreneurs, receiving an unexpected offer from a motivated buyer is not uncommon. It’s in your best interest to make your business appear as attractive as possible to outsiders, whether you’re planning to sell or not.
The first step is to review your financials. If you’re running expenses through the business that are more personal in nature or have outstanding loans to family members or other business partners, it’s important to resolve these issues before turning over the books to a potential buyer. You’ll also want to make sure your receivables are current and, if possible, your financial statements are prepared per Generally Accepted Accounting Principles (GAAP). If necessary, you might want to have an outside auditor review your financial statements to ensure accuracy.
CLEAN UP THE FINANCIAL STATEMENTS
In privately held businesses, expenses often are run through the business that really should not be, or loans to family members or other owners have never been paid back. Review your financials, Pre-liquidity planning for these situations and resolve them. Get your receivables as current as possible. Financial statements should be current and, to the extent possible, prepared per Generally Accepted Accounting Principles (GAAP). Determine whether it’s reasonable to have your financial statements audited by an accounting firm or, if auditing is too time-consuming and expensive, have your financials reviewed by an accounting firm.
FINANCIAL PLANNING
Without proper financial planning, the sudden onset of wealth can be overwhelming. For many business owners, selling a business results in an unprecedented cash flow that should be prudently managed. The transition can become even more complex when your financial goals include passing on proceeds from family members’ sale. Fortunately, several tactics can be employed to help you and your family achieve your future financial goals.
For example, financial vehicles such as trusts can be utilized to minimize the tax impact of transferring equity or cash to a loved one. You’ll also want to consider the various options for structuring the sale and any long-term tax consequences before finalizing the transaction. By carefully considering these details in advance, you may find unique opportunities to maximize your long-term wealth potential and minimize your tax burden.
Legal, Taxes & HR
Legal, Taxes & HR
STRUCTURING THE SALE
There are many ways to structure a business. We will work with you to discuss the legal and tax benefits and drawbacks of different legal structures to find the one that will work best for your business.
SELLERS AGREEMENTS
If you are starting a business with someone else, we can help you navigate your partnership options. Guiding you through a draft outline of mutually desired outcomes and expectations, we will provide you with legal assistance resources required to finalize a mutually beneficial and fair partnership agreement.
LEVERAGING KEY EMPLOYEES
When you start signing the front of checks, your responsibilities to your employees and government and state agencies increase. We can teach you all government and state agencies involved in payroll employee reporting. We’ll also help with necessary insurance and tax requirements related to hiring employees and can provide you with contacts to remain updated with all employee compliance issues.
TAX PLANNING
Once you are set up to pay your employees responsibly, we’ll help you set up a new hire checklist for all new employees, including all required documentation, as well as advice on job descriptions, employee manuals, and a compensation outline.
EMPLOYEE DOCUMENTATION
Verify that all human resource and hiring documents are up to date. Review with counsel all of your employment and consulting agreements, intellectual property agreements, and confidentiality and non-compete/restrictive agreements. The business may need to secure agreements with essential employees and key management. Documents on intellectual property (IP) are critical, says Lateef. “In a work-for-hire state, whatever employees develop for your company belongs to the company. The same is not true for independent contractors—make sure you have the appropriate IP assignment provisions in writing. Also, be aware that provisions you may have for nonsolicitation or noncompete after an employee leaves may be void in many states as a matter of public policy unless they are narrowly tailored to allow a company to protect their trade secrets proprietary information properly.
Team
Team
TEAM
Accountants and financial consultants can play an invaluable role in helping you structure your deal and think about the tax consequences. Business appraisers can give you a great estimate of the value of your company, although many brokers and investment bankers will do this, as well.
Transactional lawyers (also called corporate lawyers) help with the due diligence (organizing and managing it if you are the seller) and preparing and negotiating the asset purchase agreement or stock purchase agreement, and all the ancillary documents, such as bills of sale, promissory notes, secretary and officer certificates and resolutions and meeting minutes of directors, shareholders, members and managers. You can grab a document from Rocket Lawyer or use a simple form from your broker. If the sale goes perfectly, that may turn out to be a good move and save you a couple of shekels. If there are any issues or questions later (businesses aren’t sold “as-is, buyer beware,” like couches), you will benefit from the customized services of an experienced M&A attorney.
And More
And More…
PROCESS IMPROVEMENTS
We can also provide consultation on the Define, Measure, Analyze, Improve, Control process (DMAIC) and how it applies to your business. Lean identification and measurement tools are identified so you can map and analyze critically. We’ll then show you how data plans can refine defect measurements. We can also help you develop an action plan to implement and monitor efficiency improvements.